Dizimistas

Santuário e Paróquia

Graças a Deus e por intermédio de São Judas Tadeu, a pequena Paróquia criada na década de 40 cresceu e tomou rumos que ultrapassam os limites de uma comunidade paroquial, tornando-se um Santuário. Para nós, e para você paroquiano que já participa frequentemente conosco, isso é motivo de alegria e muito orgulho. Essa conquista é de todos nós e, por isso, exige que abracemos a grande responsabilidade que é manter, ao mesmo temo, nossas atividades enquanto Paróquia e Santuário. O Dízimo é um compromisso de fé, um laço que fortalece a relação da comunidade com a sua paróquia. Por isso, eis a necessidade de que você continue apoiando e contribuindo para a expansão e manutenção desta grande obra de evangelização, por meio do seu Dízimo.

O que é o Dízimo:

O Dízimo é um gesto de Fé. Ter Fé é, também, reconhecer que tudo o que temos e somos é, no fundo, dado pelo próprio Deus. Então convictos de que, na comunidade de Fé, encontramos este espaço privilegiado do encontro e do cultivo da nossa religião, devolvemos a Deus uma décima parte de tudo que temos. Essa décima parte, ou dez por cento é uma prática dos nossos primeiros pais na Fé, os homens e mulheres do Antigo Testamento. Hoje, a décima parte é aquela que nosso coração tem por consciência, amor e gratuidade devolvermos a Deus. Deus não vê a quantidade, mas a qualidade da nossa devolução, pois, na verdade, diante de Deus sempre seremos “devedores”, pois as maravilhas são inúmeras, são incontáveis que Ele realiza em nossas vidas. Portanto:

Dízimo não é oferta: A oferta é um bem meu, pessoal, que doou gratuitamente, de livre e espontânea vontade, por pura gratuidade.

Dízimo não é esmola: A esmola é aquilo que pertence ao pobre, e que pode ser supérfluo a mim, na compreensão da Fé Cristã, pertence ao pobre.

Dízimo não é contribuição: A contribuição é uma ajuda espontânea com finalidade filantrópica: Por exemplo: quando doou uma determinada quantia em espécie para uma obra assistencial.

Dízimo não é pagamento: Não é pagamento porque não estou comprando nenhum serviço ou produto, ainda que este valor devolvido é sempre revertido em melhorias para que você possa cultivar melhor sua fé na comunidade.

Dízimo não é colaboração: Porque o colaborador pode doar determinado valor, mas não se compromete, não é parte da obra diretamente.

DÍZIMO é, portanto, um ato de Fé, um reconhecimento de que meus bens não me pertencem, Deus é que me dá tudo e eu devolvo-lhe uma parte. É um exercício de humildade e um caminho para não ser escravo do dinheiro e das coisas materiais. Alimenta minha Fé e me faz mais desapegado aos bens materiais. Me torna membro da comunidade, me faz pertencente à Igreja, um membro não meramente passivo, mas ativo, consciente, que toma parte da Obra do Senhor.

Quem pode ser dizimista?

Todos os batizados e batizadas que frequentam a comunidade: fiéis participantes na assembleia, membros das pastorais, movimentos, associações ligadas a comunidade paroquial, participantes dos ministérios e serviços litúrgicos, catequistas entre outros. O Dízimo é uma semente, uma potência, uma possibilidade. Ele deve ser uma declaração de seu amor por Deus, pela Igreja, pelas pessoas e por você mesmo.

Existe valor pré-determinado para o Dízimo?

Devemos devolver como Dízimo aquilo que o nosso coração mandar. Não importa a quantia, mas sim que seja dada de bom coração, pois o que é doado de boa vontade faz bem a quem dá e a quem recebe! Lembremos do exemplo daquela pobre viúva que tinha apenas duas moedinhas, mas chamou a atenção de Jesus pela grandeza de sua fé, pois ela deu tudo o que tinha. Jesus valorizou a oferta dela, não pelo valor que ela deu, mas pelo amor que ela demonstrou (Conf. Lc 21,1-4).

Onde e como é usado o dinheiro do Dízimo?

A arrecadação é aplicada nas três dimensões fundamentais de toda comunidade viva e atuante, da seguinte forma:

Dimensão religiosa: comunidade.

  • Aquisição de materiais importantes para as pastorais.
  • Aquisição de materiais para as missas: paramentos, velas, flores, impressos em geral, etc.
  • Custear as despesas dos funcionários: salários, encargos sociais, ajuda de custo aos sacerdotes, locomoção, promoção de cursos de formação, etc.
  • Manutenção e conservação das igrejas: água, luz, telefone, reformas, material de construção, limpeza, materiais de escritório, etc.
  • Entre outras despesas e projetos em geral.

 Dimensão social: promoção humana

  • Auxílio aos irmãos mais pobres, atendimento a andarilhos, indigentes, doentes, idosos, desempregados, etc.
  • O Dízimo deve ser resposta aos apelos do amor de Jesus, na pessoa do empobrecido.

Dimensão missionária: evangelização

  • Formação dos agentes de pastoral e animadores da comunidade: cursos, retiros, encontros.

Manutenção e reforma das salas de catequese e salões para encontros de formação.


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