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Horários e funcionamento do Santuário

Horários do Santuário São Judas Tadeu

Missas
Segunda a sexta-feira às 7h, 9h, 12h, 15h, 17h, na igreja antiga, e às 20h, na igreja nova.
Sábados às 7h e 19h30 na igreja antiga e às 9h, 12h e 15h, na igreja nova.
Domingos às 7h, 8h30, 10h, 12h, 15h, 16h30, 18h e 19h30, na igreja nova.
Dia 28 de cada mês às 6h, 7h, 8h30, 10h, 12h, 13h30, 15h, 17h, 18h, 19h e 20h30, na igreja nova.

Confissões e Orientação com os sacerdotes
Segunda a sexta-feira das 8h às 20h.
Sábados das 8h às 18h. Domingos das 8h às 18h, na Capela de Bênçãos.
Dia 28 de cada mês, somente Confissões das 6h45 às 19h, no Salão Dehon.

Bênçãos
De segunda a sexta-feira das 8h às 20h.
Sábados das 8h às 18h.
Domingos ao final de cada missa.
Dia 28 de cada mês das 6h às 21h, na Sala São Judas.

Obra Social
De segunda a quinta-feira, das 08h30 às 13h30, realiza-se a triagem dos casos e atendimento às pessoas que passam por dificuldades e necessitam de ajuda, suprimento de suas necessidades básicas ou de orientação e encaminhamento para outros recursos da comunidade.

Farmácia Comunitária
Segundas e quartas-feiras, das 8h às 11h e das 13h às 16h. Sextas-feiras, das 8h às 11h e das 13h às 15h. Sábados, das 8h às 11h. Dias 28 de cada mês não há atendimento.

Secretaria Paroquial
Segunda a sexta das 8h às 20h.
Sábado e domingo das 8h às 18h.
Telefone: (11) 3504-5700

Loja de Artigos Religiosos São Judas
De segunda a sexta-feira das 7h30 às 20h.
Sábados e domingos das 7h30 às 18h. Dia 28 de cada mês das 6h às 21h.
E-mail: lojasjt@terra.com.br / Tel: (11) 2275-0724
www.lojasaojudastadeu.com/

Missas aos domingos na TV Band e Rádio Capital 1040AM
Domingo às 7h pela TV Band e Rádio Capital 1040 AM

Rádio 9 de Julho 1600 AM
Santa Missa de segunda a sexta-feira às 17h;
Amanhecer com Esperança com Pe. Cláudio Weber, scj, diariamente às 05h55;
O Pão da Palavra com Diácono Erick Max, scj, de segunda a sábado às 06h55 e às 20h
O Poder da Palavra com Pe. Antônio dos Santos, scj, de segunda a sexta-feira às 16h;
A Missa Continua com Diácono Erick Max, scj, de segunda a sexta-feira às 17h50.

 

Vida Consagrada – Religiosa

Na Igreja do Brasil, lembramos dos consagrados e consagradas no domingo da Assunção de Maria, normalmente o terceiro do mês de agosto. O Papa São João Paulo II instituiu uma data especial para a vida consagrada, dia 2 de fevereiro, festa da Apresentação do Senhor. Temos também a data de reflexão sobre a vida consagrada contemplativa. Porém, em agosto comemoramos as diversas vocações pelo viés da oração. Rezamos pelas diversas vocações.

O fundamento evangélico da vida consagrada está na relação que Jesus estabeleceu com alguns de seus discípulos, convidando-os a colocarem sua existência ao serviço do Reino, deixando tudo e imitando mais de perto a sua forma de vida. A origem da vida consagrada está, pois, no seguimento de Jesus Cristo a partir da profissão pública dos conselhos evangélicos. A referência vital e apostólica são os carismas da fundação. Sua função consiste em dar testemunho de santidade e do radicalismo das bem-aventuranças. Exige-se dos consagrados total disponibilidade e testemunho de vida, levando a todos o valor da vocação cristã. São sinais visíveis do absoluto de Deus, através do sinal de Jesus Cristo histórico pobre, casto e obediente.

A vida religiosa nasce em e para a Igreja. Nasce de sua vitalidade intrínseca, como expressão máxima de si mesma, como sua “radiografia” ou seu “substrato” mais profundo. Por isso, a vida religiosa não é algo marginalizado à Igreja, porém, ela mesma expressando-se em sua pureza total, naquilo que é e naquilo que tende ser no Reino consumado. O carisma da vida religiosa está orientado também para o mundo. Demonstra o contraste, não é fuga, mas compromisso. A vocação religiosa é assumida por homens e mulheres que foram chamados a testemunhar Jesus Cristo de uma maneira radical. É a entrega da própria vida a Deus. Essa vocação existe desde o início do Cristianismo: vida eremítica, monástica e religiosa.

Nesses dois mil anos de História surgiram inúmeras ordens, congregações, institutos seculares e sociedades de vida apostólica. Os religiosos vivem:

a) Como testemunhas radicais de Jesus Cristo;

b) Como sinais visíveis de Cristo libertador;

c) A total disponibilidade a Deus, à Igreja e aos irmãos e irmãs;

d) A total partilha dos bens;

e) O amor sem exclusividades;

f) A consagração a um carisma específico;

g) Numa comunidade fraterna;

h) A dimensão profética no meio da sociedade;

i) Assumem uma missão específica.

Todo religioso deve sentir com a Igreja, imbuir-se dos seus problemas, estar a par de suas necessidades, trabalhar fervorosamente no seu serviço e palmilhar suas orientações. Tal empenho é como uma exigência prioritária do seu mesmo ser religioso, de sua consagração, que o engaja no íntimo mistério da Igreja. A presença dos consagrados e consagradas em nossas comunidades é significativa e imprescindível, pelo que são (a vida) e, também, como consequência pelos serviços que prestam nos diferentes campos pastorais.

Os religiosos e religiosas encontraram novas maneiras de viver em comunidades e de animar as comunidades eclesiais e as pastorais específicas. Ou seja, em tudo a vida consagrada tem aprofundado sua consagração a Deus na vivência dos conselhos evangélicos, em vista da construção do Reino. Os religiosos estão a serviço do Povo de Deus por meio da oração, das missões, da educação e de tantas outras obras de caridade. Com sua vocação, eles demonstram que o Evangelho é plenamente possível de ser vivido, mesmo em um mundo excessivamente material e consumista. São sinais do amor de Deus e da entrega que o homem é capaz de fazer ao Senhor.

A vida religiosa é a manifestação permanente e social da vitalidade intrínseca da Igreja, de sua inquebrantável fé em Cristo e nos bens futuros do Reino Consumado. Somente, pois, de Cristo, de sua Pessoa, de sua Palavra, de sua Vida, de sua Mensagem, é que a vida consagrada tem sentido. Com sua vinda e com seu anúncio e presença ativa do Reino estabelece uma nova situação, que origina um novo modo de viver. Sabemos, de antemão, que os bens deste mundo não são definitivos, senão efêmeros, e que somente os bens do Reino têm valor absoluto e justificam todas as renúncias, englobando o sacrifício da própria vida. Desdobrar-se para o Reino é perpetuar a índole da vida de Cristo. É o que pretende ser a vida religiosa.

*Orani João, Cardeal Tempesta, O.Cist. Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

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